Andréa Marques Da Silva: Thays, lembrei de vc!
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Cappuccino Panda
Criação do coffee friend Joviniano Oliveira Jr!
Mande fotos dos seus cafezinhos para o e-mail: thays_martins@yahoo.com.br ou facebook.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Cafecatura!
Humberto Freitas, ilustrador e diretor de arte, é o dono do blog Cafecatura onde semanalmente o atualiza publicando suas ilustrações feitas com café e água em papel canson.
Esse rapaz, que mora em Vila Velha no Espírito Santo, criou o blog Cafecatura (Café+caricatura) para expor suas "ilustras" através de três coisas que ele gosta muito: arte, humor e... café. As ilustrações, que são pintadas realmente com café, são diversas: caricaturas, paisagens, personagens, entre outras.
Se você é daqueles que gosta de arte, criatividade, humor e não dispensa um delicioso café, então vai apreciar o Cafecatura!
Veja só alguns de seus trabalhos:
Virei fã!
terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Little People - Slinkachu
Desde 2006, o artista britânico, Slinkachu, espalha miniaturas pelas ruas de grandes cidades européias, depois fotografa o local para ver como as pessoas reagem. Segundo ele, o objetivo do trabalho intitulado "Little People",é incentivar os cidadãos a se conscientizarem mais sobre o mundo que os rodeia. "Quero que as pessoas sintam empatia com meus minipersonagens".Ele usa Londres como cenário para suas instalações, mas também já atuou na Holanda, Espanha e Itália.
Isso é o que eu chamo de criatividade!
Observação: a minha imagem preferida é a dos trabalhadores do café (primeira foto)! Não é linda?
Virei fã!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Espetáculo Flor de Pedra no Teatro Nacional
Espetáculo da Academia Lúcia Toller!
Destaque para minhas bailarinas preferidas: Marcela Mendes e Ana Letícia Azevedo.
Espetáculo: FLOR DE PEDRA
Local: Sala Villa Lobos - Teatro Nacional
Dias: 29 e 30 de junho de 2011
Hora: 20h
Os ingressos já estão sendo vendidos! Valores:
- R$ 50,00 (inteira);
- R$ 25,00 (meia) para estudantes e para quem levar 1k de alimento não perecível.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Fellini Caffè
Queridos leitores, hoje, dia do dentista, saí do trabalho e fui fazer o meu programa preferido: tomar um cafezinho (a maioria pensou "não diga!")!
Pensei em conhecer o Café 33, na 402 sul, que inaugurou à pouco tempo, massss, como a maioria dos Cafés, segunda-feira não abre. Então, fomos ao Fellini Caffè, que, por increça que parível, ainda não conhecíamos. Gente, quando dizem que nada é por acaso, sou obrigada a concordar. Parece que foi o destino que me enviou para aquele lugarzinho especial.
O nome "Fellini" surgiu em homenagem ao cineasta italiano Federico Fellini. Sua obra marcada por um estilo próprio, inusitado, subjetivo e poético inspirou o universo desta cafeteria. Alguns dos produtos têm o nome de seus filmes e inesquecíveis personagens vividos pela atriz Giulietta Masina, sua esposa. O diferencial da casa já começa pelo cardápio que traz, na versão "livro", algumas informações sobre o café, além dos outros produtos servidos. Tem até índice:
O nome "Fellini" surgiu em homenagem ao cineasta italiano Federico Fellini. Sua obra marcada por um estilo próprio, inusitado, subjetivo e poético inspirou o universo desta cafeteria. Alguns dos produtos têm o nome de seus filmes e inesquecíveis personagens vividos pela atriz Giulietta Masina, sua esposa. O diferencial da casa já começa pelo cardápio que traz, na versão "livro", algumas informações sobre o café, além dos outros produtos servidos. Tem até índice:
. Qualidade e sabor do Café: Pedimos um espresso e fomos surpreendidos com a qualidade da apresentação e do produto. Eles utilizam o Santo Grão, alíás, são representantes exclusivos da marca em Brasília. Eu e meu esposo tomamos o primeiro espresso e ficamos tão apaixonados que pedimos o segundo.
. Qualidade do ambiente e localização: O café fica localizado na 104 sul, bloco B, loja 01, bem na esquininha do prédio. Pode-se dizer que o espaço interno é nulo, acho que só tem uma ou duas mesinhas, e os banheiros no andar superior. Todo o resto está localizado na parte externa, uma varanda beeemm aconchegante, intimista, rodeada de folhagens, quadros, tijolinhos a vista....resumindo: romântico! Tem umas poltronas de couro na entrada que dão um charme todo especial! Podemos notar que a proprietária, Moema Dourado, teve muito carinho em planejar esse pedacinho do paraíso na terra. Parabéns!
. Qualidade do atendimento: O Gil, garçom nota 10, nos atendeu na maior simpatia. Como estou quase encabeçando uma campanha pelo bom atendimento em Brasília, sou obrigada a elogiar essas pessoas que fazem o diferencial na nossa cidade. Não bastasse a presteza do Gil, tem o Cleiton, barista de mão cheia e muito solícito. Detalhe: ele me presenteou com uma xícara de capuccino tão caprichada, que até agora não escovei o dente para não perder o sabor (a nojenta! Kkk!).
. Especialidade da casa: Taí, não sei! Vou ser obrigada a voltar lá e descobrir para contar para vocês. Mas, eu acho, pelo que o Gil nos contou, que é o Café da Manhã. Com um valor que varia de R$ 20,00 a R$ 30,00, são oferecidas bebidas quentes, sucos, pães, frutas, croissants, etc.
A casa oferece, também, as bebidas geladas como o Circo Frappé (sorvete, frutas vermelhas, espresso e chantilly - R$ 14,55) e o Fellini Frappé (espresso, sorvete, creme de chocolate, avelãs - R$ 12,90). Ricardo Icassatti, do Café & Conversa, disse que para matar a vontade dele, esse frappé deveria ser servido num balde! Kkkk! Será que é bom?
. Acompanhamentos para o Cafezinho: aguinha com gás e biscoitinho doce.
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| Que crema é essa, MinhaNossaSenhoraDoBomEspresso ? |
O Cleiton, barista do local foi à nossa mesa bater um papo. O cara é suuuper simpático, falou de suas preferências, explicou sobre o café, sempre com um sorriso no rosto! A casa oferece vários tipos de espressos (normal, carioca, ristretto, romano, com Baileys, raspas de limão ou doce de leite), servidos em doses simples e duplas, entre R$ 2,90 e R$ 7,00.
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| Detalhe para os raios de Sol que o barista fez na xícara. Que carinho! |
O Blend Santo Grão utilizado na Fellini é elaborado a partir de cafés da região do Sul de Minas. Apresenta-se bem encorpado, com aroma intenso e sabor achocolatado. Na boca é aveludado e o retrogosto é delicioso (licoroso). A crema é encorpada, na cor caramelo, perfeita! O Cleiton capricha na hora de tirar o espresso!
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| Aqui, uma tentiva de foto artística que deu errado, hihi! |
. Qualidade do atendimento: O Gil, garçom nota 10, nos atendeu na maior simpatia. Como estou quase encabeçando uma campanha pelo bom atendimento em Brasília, sou obrigada a elogiar essas pessoas que fazem o diferencial na nossa cidade. Não bastasse a presteza do Gil, tem o Cleiton, barista de mão cheia e muito solícito. Detalhe: ele me presenteou com uma xícara de capuccino tão caprichada, que até agora não escovei o dente para não perder o sabor (a nojenta! Kkk!).
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| Coffee Art de primeira! |
. Especialidade da casa: Taí, não sei! Vou ser obrigada a voltar lá e descobrir para contar para vocês. Mas, eu acho, pelo que o Gil nos contou, que é o Café da Manhã. Com um valor que varia de R$ 20,00 a R$ 30,00, são oferecidas bebidas quentes, sucos, pães, frutas, croissants, etc.
A casa oferece, também, as bebidas geladas como o Circo Frappé (sorvete, frutas vermelhas, espresso e chantilly - R$ 14,55) e o Fellini Frappé (espresso, sorvete, creme de chocolate, avelãs - R$ 12,90). Ricardo Icassatti, do Café & Conversa, disse que para matar a vontade dele, esse frappé deveria ser servido num balde! Kkkk! Será que é bom?
. Acompanhamentos para o Cafezinho: aguinha com gás e biscoitinho doce.
Horário de funcionamento: todos os dias, de segunda a domingo de 17h às 00h
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Loucos por café
Você começa se perguntando o que aquele cafezinho tinha de especial. Procura saber mais, passa a falar de café. De repente, virou um coffee geek!
Um dia, eles tomaram um café excepcional e ficaram intrigados para descobrir o que havia de especial naquela bebida. Passaram a comprar grãos de melhor qualidade, testar outros métodos de preparo e estudar os processos de plantio e secagem do grão.
Foram fazer cursos de barista, degustação, classificação e torra. Aos poucos, transformam a cozinha de casa em minicafeteria, com moinho, máquina de expresso e torrador. Nenhum deles vive disso. Café, para coffee geek, é hobby. "O geek original é o que faz por prazer, não por negócio. É quase uma devoção", explica o especialista Ensei Neto.
No Brasil, o movimento é recente, ao contrário de países como Estados Unidos e Japão. "Conforme o mercado amadurece, há mais geeks", diz Neto.
Gostar de café não torna alguém coffee geek. Seria como comparar um usuário de computador a um nerd que sabe tudo de hardware.
"Há três tipos de coffee geek. O primeiro fuça equipamentos; o outro estuda o grão, além das máquinas; o terceiro foca no grão", diz Neto, que a pedido do Paladar fez um teste para medir o nível de "coffee geekismo".
A autoria do termo é reivindicada pelo canadense Mark Prince, que há mais de dez anos criou o CoffeeGeek.com, site com informações sobre café, resenhas de máquinas e uma comunidade com quase 50 mil geeks. "Muitos deles são coffee geeks genuínos", diz Prince.
No Brasil é um hobby caro. Os grandes moedores, torradores e máquinas de expresso profissionais vêm de fora. Mas isso não limita o prazer da funcionária pública Stella Bahiense, que odiava café até provar um com potencial e decidiu estudar. Fez curso de barista, de degustação, classificação e torra. Arrastou o amigo Márcio Carneiro, ainda mais geek que ela. "Gosto de experimentar métodos de preparo, degustar e testar temperaturas." Stella deixou de torrar porque, sem querer,"torrou" seu torrador caseiro. "Pus fogo nele. É uma porcaria, mas no início me ajudou a aprender, empiricamente."
Os "itens de sobrevivência" de Stella foram com ela para o hotel em que está morando, enquanto reforma seu apartamento. A lista inclui um moinho grande, um moedor pequeno, "de viagem", máquina de expresso, tampers (para compactar o pó, inclusive um sob medida), french press e xícaras da Bodum - "tacinhas de cristal para café".
"O passo mais avançado do cofee geek é comprar um torrador caseiro. Um cliente queria torrar em casa. Sugeri começar com a pipoqueira, para ver se gostava da brincadeira", diz Isabela Raposeiras, dona do Coffee Lab. Barista e mestre de torra, ela mostrou como torrar em uma pipoqueira infantil.
Além de um torrador novo, Stella tem o mesmo sonho de consumo de dez em cada dez coffee geeks: a La Marzocco. "Um dia chego lá. Achei loucura, para alguém que tomava café havia quatro meses, pagar R$ 18 mil por uma máquina dessas."
O advogado e professor de Direito Rodrigo da Cunha Lima Freire não achou loucura. Foi com um amigo visitar Paul Germscheid, representante da fabricante italiana de máquinas de expresso, e não resistiu à GS3. "Liguei para minha mulher, perguntei se tinha dinheiro na conta. E comprei. Se você pensar demais, não faz. O valor é proporcional ao tanto que me divirto com ela." O problema é que depois da GS3, o moinho de Freitas ficou desproporcional. Ele não sabia se comprava um automático, um manual ou se mandava fazer uma cozinha maior. Duas semanas depois da entrevista, mandou um e-mail: "Comprei um moinho K30 da Mahlkönig."
"É uma estrada sem fim, não tem volta. Para o coffee geek, o céu é o limite", diz Ensei.
Fonte: Janaina Fidalgo
Paladar - Estadão.com.br
Agradecimento: Luiz Pulino
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Coffee Art II
A americana Karen Eland é barista. Desde 1997, ela utiliza o pó que coloca nos Espressos para outra atividade, não exatamente gastronômica. Eland é craque em produzir réplicas de obras-primas da história da Arte usando grãos moídos de Café.
Para combinar a moça faz mais: sua Mona Lisa aparece tomando, tranqüila, um Cafezinho. Van Gogh também segura uma xícara. Em A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, os apóstolos parecem estar se divertindo numa Cafeteria em Jerusalém, apreciando um Espresso. Ela vende suas obras no seu site Coffee Creations!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Coffee Art
A Coffee Art é muito difundida nos EUA e Europa, tendo chegado ao Brasil há pouco tempo. Ela utiliza 100% pigmentação do Café Espresso. A tonalidade que é dada ao desenho depende da moagem do grão: forte ou fraco.
Dirceu Veiga é um curitibano que, há dois anos, trabalha com a chamada “Coffe Art”. Ele explica que, além de só utilizar o Café Espresso, o papel também precisa ter gramatura maior e tratamento químico especial, pois a ´tinta´ é orgânica.
Outra condição fundamental para o trabalho do artista é a qualidade do grão. “Prefiro os do sul de Minas, porque dependendo do grão não se obtém uma paleta muito grande. Também precisa ser de torra média”.
Uau!
Para saber mais sobre esse artista, acesse seu site Café no Papel
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